“Não sei, até hoje não sei se o príncipe era um deles. Eu não podia saber, ele não falava. E, depois, ele não veio mais. Eu dava um cavalo branco para ele, uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar, dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse, fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros, com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía um cavalo branco para aquele príncipe. Mas ele não queria, acho que ele não queria, e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo.”
do grande Caio de sempre!
(Ps: Eu faria mesmo. Construíria qualquer coisa que quisesses da forma que fosse, construíria um castelo com minha própria carne se assim me pedistes, para te abrigar e te protejer todos os dias da eternidade, meu avo!)
F.
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