terça-feira, 27 de julho de 2010
Dentro
É desta forma tua existência em mim
Me fazes multicolorida só em lembrar-te.
Que todo esse amor viva
E sincero, e singelo, e quieto ...
(Escrito sem motivos, ou pela busca)
F.
domingo, 25 de julho de 2010
Minha (nossa) face
[Trecho do filme Remember me]
Y.
In the arms of the angel

Ame!
* Pequena parte retirada de Angel, música da incrível Sarah McLachlan, assim como o título.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Sonhos e insanidades
Termino com um lindo poema do ilustre Fernando Pessoa, e agradecendo a quem o apresentou (o poema) para mim.
"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
* homem: tendo significado de Ser humano.
F.
domingo, 18 de julho de 2010
Simples. Ou não, pode ser complexo demais
Do meu querido Caio (Fernando Abreu), que descreve o simples de forma incrível, descreve como se fosse sobre mim e no fundo é.. é sobre todos nós!
F.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Vazio
Então só peço, encarecidamente, que preze por quem lhe oferece todo amor, dentro de seus limites. E que ame de volta, de dentro pra fora, ame sem ter medo da mágoa futura, porque o melhor futuro está no presente melhor vivido e melhor amado. Não há a certeza do depois - mesmo que 2 minutos depois -, só do agora e este lhe pertence. Faça dele o mais amado momento, sempre.
F.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
...
da incrível Clarice Lispector
F.
terça-feira, 13 de julho de 2010
First second
[Trecho do filme Imagine Eu e Você]
Y.
domingo, 11 de julho de 2010
Se puder, sem medo
Oswaldo Montenegro, Um verdadeiro gênio.
Y.
sábado, 10 de julho de 2010
Afeto demonstrado, embora carta nunca entregue - até hoje.

Toda as vezes que caí, falhei, errei, sofri, sorri, consegui, venci, acertei, lutei, amei, chorei, morri, ressucitei, perdi, ganhei, entre outras milhões de situações... você esteve comigo. Em todo momento pedi muito de você, muito mais até do que deveria ou poderia e mesmo assim nunca me negastes nada! Passei por muitas situações dolorosas nesses últimos meses, me senti um completo fracasso, me fiz infeliz quando poderia ter feito o contrário e você continuou a me amar. Mesmo quando magoei você, quando lhe tratei de forma fria - convenhamos que bastante errada de tratar pessoa tão especial e incrível que és - não me largou no vazio das minhas incertezas e estúpidez. Você é a melhor amiga, o anjo da guarda, a irmã, a mãe, a filha, a prima, a parceira! Não desistiu de mim mesmo quando eu o fiz e nada nesse mundo vai destruir elo tão forte que construí contigo, ao longo dos dias, das horas, dos momentos - grandes ou pequenos - que ao teu lado passei. "Always" - Palavra nossa, toda nossa (mesmo pertendendo a outras milhões de pessoas), sempre que a escuto, a leio é em você que penso, é sua imagem sempre me sorrindo que ilumina meus olhos e me ajuda a seguir. Tu és benção de Deus em minha vida, e O agradeço todo o tempo por ti ter. Só te agradeço, te apoio, te amo! Tou contigo sempre, em todo e qualquer momento - mesmo que besta, segundo os olhos de qualquer um. Você é o meu eu que mais parece com aquilo que sou, ou com aquilo que tanto almejo ser.
Com todo amor para a minha irmã (Yanka)!
- Fevereiro de 2010.
F.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Saudade
E minhas pobres e poucas palavras são destinadas a ti, que pode então nunca ler, mas tem conhecimento, meu amado avô.
F.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Sem príncipes, sem castelos... só o Amor.
Passou muito tempo e todos os que gritavam aos quatro ventos que este tanto tempo poderia apagar tantas e doloridas feridas com toda certeza se enganaram, pois ainda sentia dor, tudo era amargo demais, fosse apenas a vontade contínua de vomitar. Era bem mais que isso, desejava ser vomitada de tanta amargura.
Um dia desses, num domingo de esperas qualquer quase não a reconheci. Aquela moça de olhos tão tristonhos e vazios estava sorrindo outra vez. Por conta da curiosidade, que nunca me faltou, perguntei-lhe que milagre acontecera para que todo aquele vazio fosse preenchido por luz novamente. Ela respondeu que um rapaz, sobre qual jamais tinha escutado falar, lhe disse: "Moça dos olhos tão mortos, do coração tão despedaçado, da boca tão calada, aprende que por mais que temporais levem o que amamos - e tanto, tanto - estes mesmos jamais saem de nós. Verdade que o tempo não cura tudo, o tempo cura nada. Mas este amor tão imenso que sentes por aquilo que de ti foi tirado ainda é teu, é dele. E é isso que tem de te fazer levantar, se encher de vida e seguir: A certeza do amor tão presente. O amor é eterno, porque nós o fazemos assim, porque é assim que deve ser. Moça, queria tanto que teus olhos transbordassem esperança! (...)". Disse também que encontrou naquele rapaz tudo que dela foi arrancado e que tem a certeza do amor jamais finito em si. Meus olhos encheram de lágrimas, era tão encantador ver aqueles olhos verdes vivos novamente. E aprendi que por mesmo que sejam longos os temporais, mesmo que estes pareçam eternos - se há amor verdadeiro - sempre há de existir também o mais belo amanhecer renovando a vida, assim como nasce todos os dias o mesmo Sol que nos aquece, todo os dias nasce a certeza que nos desperta para o verdadeiro amor.
Espero que isto ajude a quem precisa. Deus nos deu a certeza de que "O amor jamais acaba." em 1 Co 13:8. Sigam em Fé, em Esperança, em Verdade, em Amor.
F.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Falta
"Ontem gritei teu nome. Gritei como se você fosse ouvir. Sabe aqueles gritos que saem da alma num momento extremo de prazer humano na mente? Aquele prazer de quando as vozes se encaixam numa bela harmonia, da mesma forma que os corpos se encaixam na liberdade da escuridão. Gritei teu nome. Gritei de verdade. Foi daqueles gritos que ninguém consegue ouvir, só eu e talvez você. Muito talvez mesmo. Não foi João nem Maria. Foi aquele nome nosso. Daqueles que nós sabemos a importância que é ter o que é nosso. Não estou lamentando, estou apenas dizendo que lembro, que lembrei. Lembrar é um estremo momento de lucidez na memória. Não, não bebi. Não hoje, nem ontem. Faz isso. Continua botando tua mão no meu peito esquentando meu coração. Ta guardado. Quente. Bem cuidado. Dos nós, fazemos os laços. Esses, nossos, laços. Ontem foi um daqueles dias que, a vontade de te ver chega ao extremo, ultrapassa qualquer linha de mar. Daqueles que não existe onda. É, o tempo brincando com o dançar da areia (...) Essa distância que nos prende ainda mais. Gritei ontem e hoje, te espero. Isso é o que me basta de verdade. Você!"
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O amor nos dilacerando sempre!
do grande Caio de sempre!
(Ps: Eu faria mesmo. Construíria qualquer coisa que quisesses da forma que fosse, construíria um castelo com minha própria carne se assim me pedistes, para te abrigar e te protejer todos os dias da eternidade, meu avo!)
F.
Você deve saber o que faz
Eu sempre digo que a mim só convém escrever bem quando meu coração assim não está. Esse é meu caso hoje: estou de coração partido e doente. Portanto, antes que eu e, junto comigo, tudo que sinto, exploda; resolvi despejar minha dor aqui, como é de costume.
Tudo bem que, talvez, eu tenha sido a culpada. Tudo bem que eu, talvez, tenha me exaltado e colocado o drama entre nós. Tudo bem que foi uma discussão (se é que assim podemos chamar) por besteira, mas, ainda assim, me dói. Tudo bem..? Não, não está tudo bem. Não comigo, pelo menos. Foi exaltação minha, eu sei. Talvez até coisa da minha cabeça, mas entende... Tenta lembrar de como você me tratou, do quão grosso você foi e como deve ter me deixado abismada. É de se entender que todos nós temos nossos dias de “contra”, mas eu nunca espero isso, não de você.
Olhando por esse lado, esse deve ser meu maior defeito: achar que você não erra, não machuca, não fere... Apesar de ter tido tantas provas claras disso! É normal. Por mais que eu seja tão orgulhosa quanto sou, não guardo rancores... Contigo não é diferente... Ah, logo contigo! Que eu amo tanto e devaneio de forma inexplicável. Mas é que na maioria dos casos, por assim eu ser, você é sempre tão carinhoso comigo, tão preocupado, tão do-meu-lado, que quando você vem com esse “oposto frio”, eu não te reconheço... Tola.
Vim aqui, não para lhe julgar (como talvez pareça), mas, acima de tudo para te pedir desculpas. Pedir perdão por tudo que eu disse e até pelo que pensei. Não queria dizer nada disso, não queria te ferir, apenas me preocupei com você... Penso mil coisas quando me deixas assim: Sem notícias. É errado se preocupar com quem a gente gosta, poxa? Mas, tudo bem...
Se você quiser, prometo parar. Mudar. Ser outra. Outra que não se preocupa, não te enche e, acima de tudo, não se dói. Assim, eu me livro dessa angustia e te livro, até, do peso na consciência (se é que esse existe). Tudo bem que assim não serei eu mesma, mas, por você, talvez, valha a pena.
Você não é nenhuma criança, deve saber o que faz. Mas, com certeza, não sabes o que me fazes sentir, agindo dessa maneira.
P.S: Não acredito ainda que escrevi tudo isso. Não acredito ainda que você conseguiu reduzir meu orgulho (tão presente em mim) a nada, a mero pó. Não acredito, enfim, que irás continuar a ser indiferente comigo; pois acredito veementemente em você e no amor que dizes sentir por mim.
Y.
domingo, 4 de julho de 2010
Apenas
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Amor não demonstrado I - E único.
(Bilhete escrito à muitos sentimentos atrás... 14 de Julho, 2009)
F.
